Comunicados atribuídos a facções criminosas determinaram a proibição de conteúdos relacionados à chamada ideologia de gênero em escolas localizadas em comunidades. Em uma das mensagens, a orientação aparece de forma direta: “Homem é homem, mulher é mulher”.
Segundo o conteúdo divulgado, alguns dos comunicados também incluiriam ameaças a professores que descumprissem as determinações. Em um dos trechos, os profissionais são alertados sobre o risco de levar “um tá ligado”, expressão usada como aviso de possível represália.
As mensagens foram tornadas públicas pelo advogado Marcelo Cruz, que ironizou o episódio ao apontar o contraste entre o posicionamento do governo federal em relação às pautas de gênero e as proibições impostas pelos grupos criminosos.
De acordo com as mensagens, as ordens teriam partido de chefes das organizações criminosas. Não foram informados quais facções, cidades ou escolas estariam envolvidas, e a autenticidade dos comunicados não havia sido confirmada por autoridades até a publicação desta matéria.
Com informações do Nuvo News.










